Abertura: voz seca, sem música. A trilha entra um segundo após "Ouçamos...".
Brilhe a Vossa Luz, episódio 46, comentário do livro Ceifa de Luz, mensagem 20, Prescrições de Paz. 'Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados...' - Jesus, Mateus capítulo 6 versículo 34. Ouçamos...
Na garantia do próprio equilíbrio, alinhemos algumas indicações de paz, destinadas a
imunizar-nos contra a
tanta vez
imprevidentemente arruinamos tempo e vida:
influência de aflições e
tensões, nas quais,
- corrigir em nós as deficiências suscetíveis de conserto, e aceitar-nos, nas falhas cuja
supressão não depende ainda de nós, fazendo de nossa presença o melhor que pudermos,
no erguimento da felicidade e do progresso de todos:
- tolerar os obstáculos com que somos atingidos, ante os impositivos do aperfeiçoamento
moral, e entender que os outros carregam igualmente os deles;
- observar ofensas como retratos dos ofensores, sem traçar-nos a obrigação de recolher
semelhantes clichês de sombra;
- abolir inquietações ao redor de calamidades anunciadas para o futuro, que provavelmente
nunca virão a sobrevir;
- admitir os pensamentos de culpa que tenhamos adquirido, mas buscando extinguir-lhes os
focos de vibrações em desequilíbrio, através de reajustamento e trabalho;
- nem desprezar os entes queridos, nem prejudicá-los com a chamada superproteção
tendente a escravizá-los ao nosso modo de ser;
- não exigir do próximo aquilo que o próximo ainda não consegue fazer;
- nada pedir sem dar de nós mesmos;
- respeitar os pontos de vista alheios, ainda quando se patenteiam contra nós, convencidos
quanto devemos estar de que pontos de vista são maneiras, crenças, opiniões e afirmações
peculiares a cada um;
- não ignorar as crises do mundo; entretanto, reconhecer que, se reequilibrarmos o nosso
próprio mundo por dentro - esculpindo-lhe a tranqüilidade e a segurança em alicerces de
compreensão e atividade, discernimento e serviço - perceberemos, de pronto, que as crises
externas são fenômenos necessários ao burilamento da vida, para que a vida não se
tresmalhe da rota que as Leis do Universo lhe assinalam no rumo da perfeição.
Comentário definitivo a popular.